O Mito do Protetor Solar

O Mito do Protetor Solar

Proteção solar é um assunto tão delicado e já me rendeu dor de cabeça na internet.

Mas como é um assunto de utilidade pública, mesmo relutante eu decidi publicar para você. Ficou um pouco mais longo do que de costume, mas continue lendo, porque vai valer a pena.

Eu sou o André Ferraz e a minha missão é ajudar você a ter mais saúde e qualidade de vida de forma 100% natural através dos óleos essenciais.

A Heliofobia ou o medo do Sol

A primeira coisa pra gente entender melhor esse assunto é reconhecer a importância que o sol tem para a manutenção da vida na Terra.  

O sol interage com a maioria dos organismos vivos e essas interações são responsáveis pela boa saúde do ambiente e dos seres vivos.

A vida evoluiu nesses bilhões de anos recebendo a luz do sol, adaptou-se a ela e a utiliza para sua sobrevivência.

Todas as culturas antigas cultuam o sol como um DEUS há milhares de anos. Não existe nenhuma cultura antiga que tenha MEDO do sol como a nossa.

Uma rotina com exposição solar moderada sem o uso de protetor solar, é capaz de:

1- Ativar a produção de substâncias que protegem o DNA;

2- Regular o colesterol e prevenir doenças cardíacas;

3- Aumentar a oxigenação dos tecidos;

4- Desintoxicar o organismo; 

5- Equilibrar as glândulas hormonais; 

6- Estimular a produção de Vitamina D, inclusive 90% da produção da vitamina D acontece na pele em decorrência da exposição solar.

Atualmente, é um fato científico bem estabelecido que a deficiência crônica da vitamina D está associada à morte prematura em dezenas de milhares de casos de câncer de cólon, mama, ovário e próstata (Garland et al., 2006).

Ou seja, você não toma sol porque tem medo dele, mas isso faz com que aumente consideravelmente a chance de você morrer de outros tipos de câncer.

O mito de que o protetor solar convencional protege do câncer se alastrou entre a população. Segundo estudos científicos, os protetores solares não protegem do câncer de pele tipo MELANOMA MALIGNO, o mais perigoso deles (Van der Pols, 2006 / Linos, 2011).

O Mito do Protetor Solar

Não usar protetor solar convencional parece coisa de gente maluca, ir pra praia ou cachoeira e não usar protetor solar no seu filho pequeno é quase um crime.

Você sabia que foi a partir da década de 80 que grandes corporações multinacionais começaram a fazer uma lavagem cerebral nas pessoas? O interesse delas você sabe qual é…  

Mas basta observar os milhares de anos de evolução do ser humano na Terra, se o mito do protetor solar fosse verdade, nossa espécie já estaria extinta há muito tempo.

Estudos científicos comprovam que pessoas que trabalham em locais abertos , apesar de receberem até 10x mais a quantidade de radiação ultravioleta do que quem trabalha em locais fechados, tem o mesmo risco ou até um risco menor de desenvolver câncer de pele do tipo melanoma maligno (Godar et al., 2001 / Godar, 2005).

Outro estudo pesquisou o efeito da radiação solar em pescadores que ficam expostos a 12 horas diárias de sol há mais de 20 anos e sabe o que encontraram? Nenhum dos pescadores apresentou câncer de pele (Bezerra, et al. 2011).

Na discussão do artigo, a dermatologista líder da pesquisa salienta a hipótese que a exposição intermitente ao sol é muito mais perigosa do que a exposição constante e consistente. É o típico caso da pessoa que passa o ano trabalhando dentro do escritório durante toda a semana ou mês, e na primeira oportunidade vai torrar no sol.

É como ficar anos sem tomar nenhuma bebida alcoólica, e quando decidir fazê-lo, tomar um litro de absinto. O corpo não tem resistência nenhuma e o dano será muito maior.  

É interessante observar também que apesar do aumento no uso de protetor solar nas últimas décadas, houve um aumento explosivo nos índices de câncer de pele (Godar, 2011).

Mais de 30% dos norte-americanos reportaram utilizar protetor solar frequentemente, mas a despeito desse fato, todos os anos há mais casos de câncer de pele do que a incidência combinada de câncer de mama, próstata, pulmão e cólon juntos (Rogers, 2015).  

Outra pesquisa realizada na conceituada Universidade de Stanford concluiu que as pessoas que dependem exclusivamente dos protetores solares artificiais estão entre as que mais ficam com a pele vermelha.

Por isso, os autores sugerem que utilizar chapéus e roupas de manga longa é mais efetivo em reduzir a exposição ao UV do que utilizar protetor solar (Linos, 2011). 

O pior de tudo na minha opinião é que os ingredientes utilizados nos protetores solares são desreguladores hormonais potentíssimos, não apenas para o ser humano como também para todo o ecossistema.

Peixes, corais e centenas de outras formas de vida são diretamente impactadas pelo efeito dessas substâncias. Espero que um dia seja considerado crime ir para uma praia isolada ou uma cachoeira preservada e usar protetor solar.

Produtos naturais

E em relação aos produtos naturais? Eles realmente funcionam?

Bem, depois de utilizar em mim e na minha família e ver dezenas de alunas utilizando posso dizer que uma combinação de alimentação rica em antioxidantes e o uso de formulações com base em óleos essenciais e vegetais é capaz de proteger sua pele do sol.

Eu vou deixar aqui um exemplo de formulação que você pode fazer aí na sua casa: 

Extrato Calêndula CO2: 3ml

OE Cenoura Sementes: 2ml

OE Manuka: 2ml

OV Café verde: 3ml

OV Abacate: 50ml + OV Coco: 20ml + OV Urucum: 20ml

Um estudo demonstrou que o óleo essencial de manuka diluído a 10% (Leptospermum scoparium) age protegendo a pele contra os raios UV-B e previne os danos à pele, a perda de colágeno e o fotoenvelhecimento (Kwon et al., 2013).

Outro estudo comprovou que o óleo essencial de Calêndula officinalis diluído a 5%, foi capaz de prevenir a pele dos danos causados pela produção de radicais livres provenientes do UV-B aumentando significativamente as enzimas antioxidantes catalase, superóxido dismutase, glutationa, ácido ascórbico e o teor de proteína (Mishra et al., 2012).

Usado internamente, o extrato de semente de cenoura rico em óleo essencial foi capaz de inibir em até 100% a incidência de tumor do carcinoma espinocelular  (Zeinab et al., 2011).

O óleo essencial de Olíbano, aplicado localmente durante 20 semanas diretamente no câncer de pele foi capaz de curar totalmente o paciente, demonstrando resultados extraordinários por ser uma alternativa 100% natural, não-cirúrgica, não-invasiva e sem efeitos colaterais (Fung et al.,  2013). 

Outro estudo demonstrou que a adição de própolis com óleo essencial de Lavanda Francesa foi capaz de estabilizar os efeitos bloqueadores da radiação ultravioleta, demonstrando que o uso destes dois produtos naturais podem ser feitos em sinergia para potencialização do efeito de filtro solar (Angelo et al., 2014). 

Outro estudo demonstrou que o óleo essencial de Turmérico possui uma poderosa atividade antimutagênica e anticarcinogênica frente ao desenvolvimento de câncer de pele (Liju et al., 2014), e sua versão absoluto será ainda mais poderosa devido à presença de curcumina.

Em relação à fitoterapia, um estudo muito interessante demonstrou que a ingestão de 240mg duas vezes ao dia de extrato de Polypodium leucotomos, durante 60 dias foi capaz de reduzir de forma efetiva os danos causados pelo excesso da radiação ultravioleta, de forma 100% natural e segura (Nestor et al., 2015). 

Muitas pessoas vão me perguntam qual é o FPS dos óleos essenciais, mas você sabe exatamente o que ele mede? Especificamente, o FPS indica a proteção solar contra a radiação UV-B. Ou seja, ele não mede o quanto sua pele vai ser protegida do câncer de pele, mas sim por quanto você pode ficar no sol sem ficar vermelha.

É muito importante manter uma alimentação rica em antioxidantes e sua pele bem nutrida com óleos graxos vegetais e óleos essenciais!

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